terça-feira, 25 de setembro de 2007

Viver

*Debora Braga Bezerra - 3º período

Respirar
Encantar-se. Passar
Um sopro, é.
Emoção e não - emoção,
Razão, não - razão.
Inquieta a
idéia

Roda
Cabeça e os
Pés acordam
O corpo ressurreto
A córdia
A dança do...
Razão, ou não.

Córdia - bamba

3 comentários:

Anônimo disse...

Saravá,
(Dis)córdia, a vida é (?)
Com tantos e tantos significados ainda penso que é isso tudo? Se não um infinito de absurdos? Encanto, o sopro da vida, razão ou não. Vida.

Gostei do choque de idéias, da cadência que o poema assume, dessa fluência repleta de significados.
Salve, avante!

Anônimo disse...

Gostei da sua leitura, Rodrigo. Realmente, discórdia não sai do contexto. É difícil explicar uma poesia, já que ela é em si mesma uma expressão do não - dito de outras formas, mas como alguns colegas disseram não entendê-la, gostaria de esclarecer que córdia é, em latim, coração. Daí a origem da palavra misericórdia misere = humilde; córdia = coração...
Obrigada pelo comentário!

Anônimo disse...

O não dito de outros modos. O dito por entre linhas de sentimentos. Abstratos caminhos de vontades e desejos. Parabéns!, gosto dessas várias formas que o mesmo poema tem de nos encontrar de formas diferentes.