Participar é Preciso! Ser é estar!
*Ozíris Borges Filho
Com o objetivo de dinamizar ainda mais o Curso de Letras da UFTM, surge este Blog. Espaço moderno para alunos e professores modernos, atuantes. Trata-se de mais um espaço criativo para manifestações criativas de alunos/professores criativos. Haja cri(a)tividade! Mas é isso aí. Para aqueles que querem mais, exigem mais, fazem mais. Apesar dos outros, apesar da vida, apesar de si mesmos. Apesar o que vale e o que não vale, independente da alma pequena. Aliás, de resto, qual não o é?Vale qualquer tipo de texto, desde que haja uma mensagem que prenda, atenta, a lenda...Assim, enviamos nosso sinal de fumaça para que todos participem, pois como disseram os quatro apóstolos da humanidade: David, Roger, Nick e Richard: “Together we stand / Divided we fall”.E o resto, como se sabe, é silêncio!
Zirão, sangue bão!
*Ozíris é Prof. Dr. do Curso de Letras da UFTM, e Orientador do Blog Acadêmico - Assim Se Faz em Letras
5 comentários:
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Saravá,
Que esse blog possa ser um espaço aberto para experimentações, e para que possamos exercitar nossa criatividade... seja em forma de poesia, crônica, prosa ou verso.
Avante (sempre)
*Rodrigo Santos de Castro é aluno do 1º período do curso de Letras da UFTM e aluno coordenador do Blog Acadêmico - Assim Se Faz em Letras
É muito importante espaços como este, onde em meio à modernidade, possamos divulgar nossa "arte".
Aqui com certeza poderemos expressar e divulgar a verdadeira cara do curso de Letras da UFTM.
Valeu a iniciativa!
Assumo aqui o quanto gosto de Guimarães Rosa logo nesse primeiro texto, nas primeiras palavras dos primeiros passos do blog. Talvez os meus textos tenham marca dele, nunca parei para ver uma coisa assim. Na verdade, acho que ninguém para para reparar nas suas influências, no modo que escreve, pelo menos não a todo momento. Mas acho que seria uma boa auto-análise se todo mundo começasse a perceber uns poucos detalhes da maneira como escreve e tentar puxar pela memória de onde isso se implantou na cabeça, sem se preocupar muito com essa idéia, também, longe de tentar ser totalmente novo. Esse processo é bastante usado pelos críticos da área, na verdade: literatura, musicas, nas artes plásticas e assim vai. Eles ganham a vida desse jeito, achando o antigo no novo; não tiro o mérito, até gosto deles.
Que aqui seja um espaço onde, sem receio nenhum, possa se expressar a parte mais tocante ou absurda da nossa idéia, seja bonita, seja amassada, grandiosa, luminescente, esguia, encostada, acomodada, incomodada, que seja; mas que seja uma idéia. Não será visto se a idéia é boa ou ruim, pois eu acredito no crivo do autor. É boa o suficiente se o criador conseguir desenvolver, colocar numa frase ou em alguns traços espaçados de pincel.
Eu não me prestei a escrever um texto realmente digno de perfeição, porque acho que este espaço vai ser ocupado por gente que não busca esse tipo de coisa. Ou só escrevem por diversão, ou porque têm na escrita o tom da vida e querem depender dela, ou resolveram colocar nas palavras poucas uma idéia boa que brotou na cabeça.
Sem preconceito e censura, os textos serão publicados na medida em que forem recebidos. Também não ficaremos restritos aos que estão no ramo dos estudos literários, porque seria uma segregação feia demais.
Um abraço e sejam bem-vindos sempre, a casa é nossa.
Como dirira meu camarada Rodrigo, saravá!
"Através de uma fresta, a mente se expressa (...)
A fresta é a gente quem faz
A fresta é a escrita em poema."
*Carlos Gustavo é aluno do 3º período de Biomedicina da UFTM e diagramador do Blog Acadêmico Assim Se Faz em Letras
Desejo que a cada dia seja despertado dentro de nós a vontade de nos expressarmos através do que existe de melhor, que é justamente a relação humana inclusa no universo da comunicação das palavras.
Influenciada pelas palavras de Carlos Gustavo, começarei como ele expondo uma de minhas paixões. Não por Rosa, mas por Lispector, não por Guimarães, mas por Clarice.
E pensando nesses nomes e sobrenomes, inventores de tantos outros nomes, capazes de nos acariciar a alma e de nos arrancar lágrimas é que penso em nós.
O que seremos nós capazes de arrancar dos internautas que por aqui passarem?
Arranquemos o óbvio, o não - obvio, arranquemos o que nos é de direito mesmo sem termos tantos direitos assim... Arranquemos o que não é permitido e aquilo que for deixado facilmente ser roubado pelo poder ou não-poder das palavras que nos escolherem como autores.
Busquemos apenas e não - somente arrancar. Tirar dos seus pequenos canteiros férteis aquilo que foi deixado brotar depois da leitura de nossas frases mal feitas e tão pouco calculadas, porque o que buscamos é espontaneidade.
E assim... Despojados de pudores, cálculos ou técnicas vamos plantando e arrancando... E se o mundo entender ou não, concordar ou não, aceitar ou não o que provocarmos e o que arrancarmos com nossas palavras, não importa! Como disse uma de minhas paixões: "Não tente entender. Viver ultrapassa todo entendimento”.
Vivamos, pois!
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